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domingo, junho 15

TEMA DA REDAÇÃO >>> A INFLUÊNCIA DA MÍDIA E DA TELEVISÃO



Mídia, controladora de mentes?



Tanto o jovem como a criança, se deixam influenciar sobre os vários aspectos da vida cotidiana, principalmente, pelos programas de televisão, que no caso são desenhos animados, pois em geral toda e qualquer criança em idades menores espelham-se no que vêem, e como esses desenhos animados frequentemente são violentos e os jovens telespectadores se tornam consequentemente violentos.

A televisão ainda é o melhor meio de adquirir cultura, talvez por isso faça com que na maioria das vezes as pessoas pensem como a própria mídia quer, pois a influência da televisão não afeta somente os jovens, mas também os adultos, como por exemplo, em jornais, a pesada opinião colocada sobre uma tema específico que a maior parte da população desconhece, provoca a alteração da mentalidade em determinado grupo de pessoas sobre aquele mesmo assunto, porém, se as pessoas não usufruírem da TV como única forma de cultura, as mesmas terão uma formação equilibrada e consciente sobre os vários assuntos polêmicos que cercam todo o país.

Desse modo, a televisão não pode e nem deve ser considerada a soberana cultural, mas sim uma forma mais fácil de obter conhecimento sobre algum assunto que nos interessa, e soma-los com conhecimentos e opiniões adquiridos com outras formas de expressão cultural, formando assim uma opinião diversificada e rica em argumentos sobre as várias formas de pensar.


Autor: Cayo Vinícius Fernandes.

TEMA DA REDAÇÃO >>> MST e Reforma Agrária


Eficiência: necessidade

Nos últimos anos, o Brasil tem sido palco de grandes manifestações decorrentes da falta de uma reforma agrária. Pessoas comuns, em sua maioria, saem nas ruas com cartazes num dia, noutro, invadindo prédios públicos ou propriedades rurais privadas, manifestando contra a má distribuição de terras e pela falta de leis que realmente funcionem, mas essa busca por direitos deve ser realizada com protestos e invasões?

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, conhecido popularmente como MST, é composto principalmente por trabalhadores desempregados que não encontraram emprego na cidade e agora buscam meios de sustentar a família pela produção rural familiar.


Apesar de não poderem repartir terras por conta própria e distribuí-las entre si, existem leis governamentais que os favorecem. Tudo é feito na Justiça, porém, todo o processo é demorado e os "sem-terra" não esperam e invadem sem a autorização do INCRA, o instituto que coordena a reforma agrária no Brasil.


Mas como organizar tudo isso? Como resolver eficientemente esses problemas? O Poder Público deve enxergar os dois lados: os fazendeiros e os protestantes. Dificilmente chega-se a um acordo sem antes ocorrer a violência no campo, que tira vidas destruindo famílias e sonhos. Para garantirem seus direitos, tudo deve estar de acordo com a lei.


Muitas são as críticas e soluções propostas, Há possibilidade e necessidade da criação de programas sociais e rurais, essenciais para a reforma no campo e o progresso da nação. Um deles é a instalação de cooperativas com diversas atividades , espalhadas por todo o território brasileiro, diminuindo a monocultura, que utiliza enormes áreas para a produção, e criando a união entre os latifundiários e os futuros pequenos produtores, que terão uma vida melhor, ao invés de continuarem brigando. Com isso, o Brasil se fortalecerá.


Autor: Marcos Juliano da Silva Cruz.



quinta-feira, maio 1

Reportagem relacionada à redação abaixo.


Quando começa a vida?

Em que momento exato surge um novo ser humano e o que os cientistas sabem sobre o tema

Por Eduardo Szklarz

Para responder a essa questão, é preciso saber o que entendemos por vida. Há quem diga que ela é o encontro do espermatozóide com o óvulo. Outros afirmam que é o coração pulsando, o cérebro funcionando, ou que a vida é simplesmente o oposto da morte – se é que sabemos o que é a morte.

Chegar a um conceito sobre vida parece impossível porque ele quase sempre vem influenciado por valores religiosos, políticos e morais. Assista a uma discussão sobre o assunto e você verá que a vida começa quando as pessoas desejam que comece. Ao estabelecer um “marco zero”, surgem conseqüências para o aborto, para os métodos anticoncepcionais e para as pesquisas da ciência. E é aí que a coisa se complica.

Os holofotes da ciência estão hoje sobre as pesquisas feitas com as chamadas células-tronco. Como podem se diferenciar em vários tecidos, essas células carregam a esperança de poderem curar várias doenças. No Brasil, a Lei de Biosseguranca permite o uso de células-tronco de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro e não utilizados, desde que sejam inviáveis ou congelados por mais de 3 anos, e com o consentimento dos genitores.

Em 2005, porém, o então procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, propôs uma ação de inconstitucionalidade contra esses dispositivos da lei dizendo que eles violam o direito à vida. Afinal, para Fonteles, o embrião já é um ser humano.

O Supremo Tribunal Federal discutiu o tema durante dois anos sem chegar a uma conclusão, até que pediu ajuda. Convidou cientistas para uma audiência pública e viu que a ciência também está longe de um consenso. Em geral, os pesquisadores contra a utilização de células-tronco defendem que a vida começa quando o espermatozóide fertiliza o óvulo, dando origem a um novo indivíduo com código genético distinto – daí essa explicação ser chamada de “genética” (e adotada pela Igreja Católica).

Mas há pelo menos outras 7 visões científicas sobre o início da vida. Para a teoria embriológica, a vida começa na 3a semana de gestação, quando o embrião adquire individualidade. Antes disso, ele pode se dividir e dar origem a outros indivíduos. Essa visão permite o uso de contraceptivos como a pílula do dia seguinte. Já a teoria neurológica aplica a definição de morte para marcar o início da vida: se a morte é o fim das ondas cerebrais, então vida é o início dessa atividade, o que ocorreria somente após a 8a semana de gestação.

Outros cientistas afirmam que a vida começa com a nidação, ou seja, a fixação do embrião no útero – o único ambiente em que poderá se desenvolver. Como a nidação em geral só acontece a partir do 40º dia, essa é uma visão bastante defendida por pesquisadores de células-tronco em embriões congelados.

O debate científico não termina aí. A visão ecológica sustenta que a vida começa quando o feto pode viver fora do útero. Para isso é preciso que os pulmões estejam prontos, o que ocorre por volta da 25a semana de gestação. Segundo a visão fisiológica, a vida humana começa quando o indivíduo nasce e se torna independente da mãe, com seu sistema circulatório e respiratório. Já a visão metabólica sustenta que a vida é um processo contínuo. Portanto, não faz sentido discutir seu início já que o óvulo e o espermatozóide são apenas o meio da cadeia vital.

Outros dizem que a vida começa quando o ser humano reconhece a diferença entre si e os demais. Mas esse lampejo não acontece numa terça-feira às 4 da tarde, e sim ao longo dos primeiros meses após o nascimento.

Daí por que boa parte dos cientistas acredita que não cabe à ciência definir quando a vida começa do ponto de vista ético, mas, sim, definir de que vida está se falando. Caberia à sociedade escolher, por exemplo, se é ou não uma atitude condenável eticamente interromper a gestação de um embrião humano sem cérebro.

Leia mais na Superinteressante especial deste mês
Revista Superinteressante. Edição Especial. Junho 2007. Ed. 240

TEMA DA REDAÇÃO >>> Os embriões devem ser usados em pesquisas?


Vida: opiniões em discussão

Através da Ciência, sabemos que um ser vivo é um organismo que possui diversos metabolismos como a digestão, a reprodução, a respiração entre outros. Isto inclui desde as bactérias até o homem. O ser humano é a criatura mais complexa em todo o planeta. Temos a capacidade de pensar, falar, de iocinar, de dominar todas as outras espécies. A vida humana, portanto, é a mais importante. Mas quando ela começa?

Atualmente, o mundo tem presenciado inúmeros debates sobre a vida, especificamente quando ela passa a existir. A ciência e a religião estão envolvidas fortemente na questão.

Quando um óvulo é fecundado por um espermatozóide, forma-se o embrião. Os cientistas "quebram" o embrião que amadureceu um pouco depois de uns 5 dias, e retiram dele as células-tronco, células capazes de constituir qualquer tecido do nosso corpo, depois disso, ele "morre". Através das pesquisas embrionárias, a comunidade científica busca maneiras de ajudar na cura de coenças.

Mesmo que esses estudos com células-tronco sejam tão importantes para o homem,  há uma polêmica nisso tudo já que certas entidades religiosas defendem a idéia de que a vida surge na fecundação e assim as pesquisas deveriam ser proibidas. O Poder Público fica num fogo cruzado pois é uma questão de ética e não dá para investir diretamente em estudos e pesquisas com embriões sem o consenso entre as partes, apesar do Brasil ser um Estado laico, isto é, desligado da religião.
Um embrião não pode escolher nada , então se os pais desejam ter um filho, que o espere se desenvolver no útero em processo comum e natural, mas se preferem ajudar outras vidas, que os doem para pesquisas. Se para muitas pessoas uma vida termina quando o sistema nervoso para de funcionar, é melhor adotar os critérios gerais para uma morte:  a vida começa quando há atividade cerebral. Se preocupar em ajudar as vidas racionais é mais importante do que tentar descobrir quando a vida começa.

Autor: Marcos Juliano da Silva Cruz.